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Além do plástico descartável, Europa está pronta para proibir também as embalagens plásticas !!

Foto por Daria Shevtsova em Pexels.com

A Comissão Europeia está pronta para proibir as embalagens plásticas e está examinando possíveis regulamentações com o objetivo de reduzir o lixo plástico e a contaminação ambiental causada pelo microplástico. Isso é o que acaba de ser revelado por Virginijus Sinkevicius, novo comissário para o meio ambiente e oceanos da comissão von der Leyen, em entrevista ao jornal alemão Die Welt.

“Definitivamente, queremos expandir as regras para plásticos descartáveis ​​e atualmente estamos investigando qual direção seria possível. Um passo importante seria, por exemplo, proibir embalagens plásticas ou prescrever o uso de plástico reciclado”, afirmou Sinkevicius.

Segundo a Comissão Europeia, mais de 80% do lixo marinho é composto de plástico que, devido à sua lenta decomposição, se acumula no meio ambiente, ameaçando a vida selvagem. Os animais, além de serem presos e mortos no lixo, ingerem pedaços de plástico que acabam na cadeia alimentar e, consequentemente, em nossos pratos.

Precisamente para proteger a saúde do meio ambiente, da fauna e, claro, a nossa, a União Europeia decidiu proibir artigos de mesa, cotonetes, balões e outros objetos plásticos descartáveis ​​a partir de 2021, e agora também pode proibir embalagens de plástico, exigindo o uso de soluções mais sustentáveis.

A Comissão Européia também está examinando outros possíveis regulamentos para reduzir a poluição de plásticos, do imposto sobre resíduos de plástico aos regulamentos que podem conter a liberação de microplásticos, forçando as empresas a encontrar alternativas para reduzir drasticamente o potencial de liberação de partículas poluentes dos cosméticos, pneus e outros produtos.

EUROPA esta ficando sustentável...dando os primeiros passos rumo ao futuro
Foto por mali maeder em Pexels.com

O problema do microplástico

Os microplásticos são liberados a partir de inúmeros produtos e, como o plástico, se acumulam nos ecossistemas prejudicando solo e água e expõem a população a riscos à saúde.

Segundo Sinkevičius, até o final deste ano, a UE fornecerá uma lista muito detalhada de todos os produtos que contêm microplásticos ou feitos com microplásticos.

Nos próximos meses, a União Europeia poderá tomar medidas para eliminar o uso de plástico para embalagens e reduzir a contaminação ambiental por microplásticos. Enquanto isso, todos nós já podemos fazer muito para limitar a poluição por plásticos, por exemplo, escolhendo comprar alimentos e produtos de higiene a granel sem embalagem ou com embalagem reduzida, reciclável ou de fácil decomposição.

Quanto aos microplásticos, no entanto, podemos prestar atenção a cosméticos e roupas, optando por produtos feitos com matérias-primas naturais. São pequenos gestos, mas todas as pequenas ações realizadas por muitas pessoas podem fazer a diferença.

fonte: https://www.greenme.com.br/informarse/lixo-e-reciclagem/39563-europa-proibir-embalagens-plasticas/

Eliane A Oliveira

Eliane A Oliveira Formada em Administração de Empresas e apaixonada pela arte de escrever, criou o blog Metamorfose Ambulante e escreve para GreenMe desde 2018.

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Plástico: Vamos fazer a diferença

Foto por Porapak Apichodilok em Pexels.com

Oito milhões de toneladas de plástico vão parar ao fundo dos mares todos os anos. Oito milhões (sim, isto mesmo!!). O planeta está, portanto, em perigo. E Você (sim, você mesmo) é parte desta mudança.

Substituir o plástico por embalagens e produtos mais sustentáveis entranhou-se em discursos que pedem mais respeito pela natureza. Há mil e uma razões para insistir nos cuidados a ter com o planeta. Os avisos vêm de todo o lado, sustentados em previsões e estudos de especialistas. E não se brinca com coisas sérias. Até 2050, os oceanos terão mais plástico do que peixes. Uma garrafa de plástico demora 450 anos a decompor-se. Por isso, deve-se passar a mensagem de que é preciso e possível comprar menos plástico. Não é difícil, pode ser mais barato e alegra o ambiente.

Foto por Quark Studio em Pexels.com

Higiene: do shampoo às escovas

O Banheiro pode ser um deposito de plástico. Frascos plásticos para todo lado. Não precisa ser assim. Há shampoos sólidos, desodorantes em frascos de vidro, discos de algodão reutilizáveis, esponjas naturais para esfoliar a pele, cotonetes de bambu ou papel, pasta de dentes embalados em papel cartonado ou naturais. E ainda escovas de dentes feitas de bambu, que demoram poucas semanas a decompor-se.

Foto por fauxels em Pexels.com

Alimentação: viva o aço e o vidro

Pratos de plástico, copos de plástico, talheres de plástico. É mais simples e dá menos trabalho. E quem sofre é o ambiente. Opções? Pratos de vidro, talheres de bambu ou de madeira, palhinhas de bambu ou de aço inoxidável. Garrafas de plástico podem ser substituídas por garrafas de vidro, de aço inoxidável, de silicone. Na hora do café, nada de plástico na máquina: há cápsulas reutilizáveis ou capsulas do sistema ESE em papel. Os produtos de limpeza podem igualmente contornar o uso do plástico. É o caso dos esponjas para louça feitos com materiais reciclados (com restos de garrafas de plástico e de estofamentos) e embalados em papel. E na hora das compras, sacos de pano fazem um bom trabalho e não agridem o ambiente.

Foto por Pixabay em Pexels.com

Escola: reciclar para escrever

Por cada ano letivo, dezenas de cadernos, milhares de folhas… e muito plástico. Papel reciclado é uma boa opção. E as canetas de plástico? Se forem recicláveis menos mal, mas há várias possibilidades. Canetas de madeira de bambu natural, envolvidas em papel, feitas de fibra de trigo, com cartão reciclado, com cortiça. E para as brincadeiras, objetos de madeira, têxteis, tecidos, materiais amigos do Planeta.

Foto por Artem Beliaikin em Pexels.com

Vestir: atenção aos microplásticos

Grande parte das roupas contém fibras sintéticas, como nylon e poliéster, que, por sua vez, contêm microplásticos que vão parar ao mar. Reaproveitar roupa dos irmãos, primos, amigos, pode ser uma solução. Olhar para a etiqueta na hora da compra é aconselhável. Algodão orgânico, linho, fibras naturais, são boas escolhas. Nos pés, o calçado costuma ter solas de plástico, mas há alternativas. Cortiça, restos de pneus ou plástico retirado do mar são materiais que têm dado belas e ecológicas solas. Nos detergentes da roupa há todo um mundo de plástico, das embalagens às cápsulas que ainda não se vendem a granel. É preciso atenção e contenção para não ligar a máquina desnecessariamente. Há quem faça em casa detergente líquido para lavar roupa: com água, borato de sódio, carbonato de sódio, barra de sabão azul e branco.

fonte: https://tag.jn.pt/plastico-vamos-fazer-a-diferenca/

Texto: Sara Dias Oliveira

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Por que a Nestlé quer acabar com o canudinho

Maior fabricante de alimentos do mundo lança campanha para convencer o consumidor a renunciar a certas comodidades

Sede da Nestlé, em Zurique, na Suíça: a ordem é reduzir o uso de plástico (Nestlé/Bloomberg)

A partir de 2020, a Nestlé vai abolir os canudinhos plásticos das embalagens do achocolatado Nescau Prontinho. O consumidor terá duas opções: comprar sem o acessório — e se virar para consumir o produto — ou optar por uma caixinha que inclui um canudo de papel. O tradicional tubinho de plástico, presente há décadas no Prontinho, está com os dias contados.

Essa é apenas uma das medidas tomadas pela Nestlé para repensar suas embalagens. A maior fabricante de alimentos do mundo, que faturou 13,75 bilhões de reais no Brasil, em 2018, quer rever a maneira como entrega seus produtos ao consumidor. No alvo, está a diminuição do consumo de plástico, um insumo barato, altamente disseminado pela indústria, mas que é um dos maiores vilões do meio ambiente.

A Nestlé também suprimiu o celofane nas caixas de bombom. O material era utilizado para dar proteção extra aos doces, mas uma solução simples foi capaz de removê-lo. “Nós tomamos mais cuidado ao selar as embalagens dos bombons”, afirma Marcelo Melchior, CEO da Nestlé no Brasil.

Outra simples alteração eliminou o filme plástico que prevenia o movimento de caixas nos pallets durante o transporte rodoviário. O procedimento, padrão no setor de logística, é semelhante ao usado pelas empresas que oferecem proteção a bagagens nos aeroportos. As caixas, para se manterem agrupadas, são envoltas em diversas camadas de filme transparente. Uma pistola de cola e quatro pontos de contato obteve o mesmo resultado, com a facilidade de não precisar desembalar tudo no local de destino. Basta puxar uma caixa para destacá-la das demais.

Nos últimos três anos, a companhia reduziu em 100 mil toneladas o volume de material de embalagem utilizado. O fim do canudo no Nescau Prontinho economizará 350 toneladas de plástico por ano e o do celofane nas caixas de bombom, 140 toneladas.

A luta contra o plástico é um movimento global, potencializado por pesquisas recentes que mostram os impactos do material no meio ambiente. Um estudo conduzido pela fundação Ellen McArthur, que defende a economia circular, e apresentado no Fórum Econômico Mundial, aponta que haverá mais plástico do que peixes nos oceanos até 2050, se forem mantidos os atuais níveis de utilização e reciclagem do insumo.

O cenário tem levado diversos países a restringirem o uso de plástico, inclusive o Brasil. Recentemente, cidades como Santos e Rio de Janeiro proibiram o uso de canudinhos. Na União Europeia, a lista de produtos a serem vetados inclui copos, pratos, cotonetes e talheres. As medidas começam a ser implementadas em 2021.

Para Melchior, o processo de reduzir o uso do plástico é lento, difícil e envolve múltiplos atores. A Nestlé, sozinha, não vai resolver o problema, ainda que seu porte e sua liderança de mercado proporcionem uma capacidade adicional de mobilização. “A sociedade terá de repensar o modelo, e isso inclui os consumidores”, afirma.

Na próxima semana, a empresa lançará uma campanha, batizada de Iniciativa Re, convocando seus fornecedores, parceiros e clientes a mudarem de comportamento. A iniciativa prevê uma série de ações de marketing, internas e externas. No que se refere aos consumidores, a estrela da campanha será um robô que responderá pelo WhatsApp a dúvidas sobre reciclagem.

O Ecobot foi desenvolvido pela própria companhia. Ele utiliza inteligência artificial para responder a perguntas como “onde jogar a pazinha do café”, “como separar o lixo” e “o que fazer com uma caixa de pizza suja de queijo derretido”. Para acessá-lo, bastará enviar uma mensagem e iniciar a conversa, normalmente. Quanto mais pessoas perguntarem, mais o sistema aprenderá. A ideia é desenvolver uma grande base de dados sobre reciclagem, que poderá ser utilizada pela indústria, no futuro, para a definição de políticas e estratégias.

A Iniciativa Re aborda também a cadeia de reciclagem. A Nestlé concedeu um apoio, de valor não revelado, ao aplicativo Cataki, uma iniciativa de impacto social que conecta catadores e consumidores por meio de uma plataforma digital. Quem baixa o app encontra recicladores cadastrados por região e por material coletado, além de poder negociar valores de coleta diretamente com os profissionais.

Segundo Melchior, essa rede de catadores é um problema social, inerente à realidade brasileira, mas que acaba por favorecer a reciclagem. Graças a ela, por exemplo, o Brasil é um dos países que mais recicla alumínio no mundo. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostra que os catadores são responsáveis por 90% do lixo reciclado no país.

A existência dessa rede de recicladores é, de fato, um problema econômico e social. O número de catadores informais cresceu 48% entre 2014 e 2018, período que contempla a maior recessão econômica do país (2014-2016), na qual o PIB acumulou uma queda de 8,2%. Em dezembro do ano passado, a categoria somava 268 mil trabalhadores, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do IBGE, compilados pela Fundação Getúlio Vargas.

Em 2018, a renda mensal dos catadores era de 690 reais, inferior ao salário mínimo na época (954 reais) e equivalente a menos de um terço da renda média nacional (2.243 reais). Os negros representam quase 70% dessa população e apenas três em cada dez recicladores completaram o ensino fundamental.

Embora a situação não seja a ideal, para Melchior, pior seria não fazer nada. “Vamos evoluir com o tempo. O momento agora é de repensar as embalagens”, diz ele. Isso pode significar a retomada de alguns frascos que caíram em desuso, como as latas e as garrafas de vidro. Durante um bom tempo, os antigos recipientes metálicos foram sendo substituídos por garrafas pet, de plástico, ou as chamadas caixas “tetra”, como as de leite longa vida. “Talvez a gente precise revisitar antigas soluções”, afirma Melchior. A Nestlé deve intensificar o uso de latas de alumínio, de acordo com o executivo. O Leite Moça, por exemplo, aos poucos deixará de ser vendido nas caixinhas tetra.

Essa mudança exige investimentos. Nos últimos três anos, a empresa destinou 200 milhões de reais para ações e tecnologias nas fábricas, parcerias com instituições do terceiro setor, como os projetos Tamar e Reciclar pelo Brasil, e ações de conscientização ambiental. Para 2019, estão previstos mais de 400 milhões de reais em investimentos no parque industrial (em diversas frentes, não apenas em sustentabilidade).

O custo da mudança, no entanto, não é um problema. “A maioria dos materiais, quando se tem escala, apresenta custos semelhantes”, diz Melchior. A dificuldade está mesmo na adaptação do processo produtivo. No caso das garrafas pet, a produção é muito simples. “Você coloca o recipiente na máquina e enche de produto”, afirma o executivo. Por esse motivo, a indústria optou pelo plástico nas últimas décadas. “A barreira de entrada, com o pet, é muito menor”. O uso de latas, por outro lado, exige a instalação de um setor de lataria na fábrica, bem mais complexo.

Há uma dificuldade adicional: encontrar fornecedores. A empresa teve dificuldades para obter um canudo de papel adequado ao Prontinho. “Mesmo a indústria de celulose não estava preparada”, relata o CEO. Neste ano, a Nestlé promoveu um concurso de design para o desenvolvimento de uma solução de embalagem que permita o consumo do achocolatado sem o acessório. A ideia vencedora transformou a aba da caixinha em um cone, por onde passará o líquido. O projeto se encontra em fase de execução.

Ao mesmo tempo, o consumidor terá de aceitar a perda de algumas comodidades. Foi a indústria que introduziu o plástico no mercado de consumo. Mas, segundo Melchior, as pessoas se acostumaram com a praticidade de, por exemplo, comprar uma garrafinha de 510 ml de água mineral. O que se estabeleceu foi uma relação simbiótica, na qual as empresas não renunciam ao plástico por medo de perderem vendas, e os consumidores relutam em voltar a beber diretamente do copo, sem um canudinho, ou a carregar uma garrafa de vidro. Daí a necessidade de se realizar campanhas de conscientização, como a do Ecobot. Talvez a tecnologia possa recriar essa simbiose, de uma forma que beneficie o meio ambiente.

fonte: revista EXAME – MARKETING – Por Rodrigo Caetano
15 nov 2019, 12h00

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PORQUE INVESTIR NAS EMBALAGENS…

O MOTIVO

“A FUNÇÃO DA EMBALAGEM NÃO É APENAS ABRIR; É FAZER A VENDA NO MOMENTO OPORTUNO, E DEIXAR A VONTADE DE QUERO NOVAMENTE…”

— autor desconhecido..
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Faça de suas embalagens um instrumento poderoso de vendas e fixação de marca….

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Animais marinhos confundem plástico com comida. Mas por que será?

Foto por Oliver Sjöström em Pexels.com

Já denunciamos várias vezes aqui no GreenMe o grave problema ambiental que tanto tem afetado os animais marinhos: a poluição dos mares e oceanos.

Mas não apenas animais como baleias, peixes e tartarugas têm morrido e se intoxicado por causa da ingestão de plástico. Os plânctons também têm sido vítimas de resíduo plástico despejado em larga escala nos mares.

Plástico tem cheiro de peixe

Ao se alimentar, os seres marinhos acabam ingerindo fragmentos de plástico, confundindo-os com o alimento. Segundo uma matéria publicada pela BBC, pesquisadores explicam que isso ocorre porque o plástico tem cheiro de comida.

Conforme assevera Erik Zettler, ecologista microbiano do Instituto Real Holandês de Pesquisas Marítimas: “Tente cheirar um pedaço de plástico que você encontrar na água da próxima vez que estiver na praia. Ele cheira a peixe”.

A razão para esse odor é proveniente da rápida colonização de micróbios no plástico, chamada de “plastisfério”. Ao liberar substâncias químicas, essa camada formada pelos micróbios faz com que o plástico tenha cheiro e sabor de alimentos para os animais marinhos. Parece que essa mesma explicação se aplica para as aves marinhas, que encontram sua comida pelo cheiro.

O caso das baleias é diferente porque o plástico acaba sendo filtrado acidentalmente quando elas se alimentam de plâncton.

Foto por Leonid Danilov em Pexels.com

O aumento de plástico nos oceanos

Um estudo realizado em 2015 estimou que, aproximadamente, oito milhões de toneladas de plástico caem em águas oceânicas anualmente. Pelas correntes marítimas, o plástico se decompõe em microplásticos, que acabam sendo ingeridos pelos animais marinhos.

Por causa disso, cada vez mais estão surgindo questionamento sobre os efeitos do lixo plástico no ambiente marinho. O impacto mais conhecido é sobre os animais de médio e grande porte, como aves e baleias, que morrem por asfixia ou fome, uma vez que o plástico bloqueia o seu aparelho digestivo. Mas a verdadeira dimensão do dano ainda é desconhecida.

O que pode ser feito?

No dia 8 de setembro, foi lançada uma campanha de limpeza de plásticos dos mares no Oceano Pacífico. Iniciativas isoladas similares também vêm ocorrendo aqui no Brasil. Neste mês, na Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro, também foi feito um mutirão de limpeza nas praias.

Algumas cidades balneárias também têm proibido o uso de canudos plásticos em estabelecimentos alimentares, como Rio de Janeiro e Santos.

Entretanto, a solução mais eficaz é evitar a poluição dos mares. Isso implica uma mudança de atitude nossa como consumidores e, também, o desenvolvimento de soluções inteligentes para substituição do plástico.

Ou seja, só com um combo que inclua mudança comportamento, políticas governamentais e desenvolvimento de tecnologias por parte da indústria é que os mares ficarão livres da poluição.

Pelo menos a nossa parte já pode e deve ser feita já!

Foto por Pixabay em Pexels.com

fonte: https://www.greenme.com.br/informarse/lixo-e-reciclagem/7087-animais-marinhos-confundem-plastico-comida/

Gisella Meneguelli

Gisella Meneguelli É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.

Carnaval: boicote também à pupurina. Chega de microplástico!

Foto por Nicolas Postiglioni em Pexels.com

O Carnaval já está dando muito o que falar. Samba-enredo polêmico, petição contra o uso de penas e plumas em fantasias e, agora, o boicote ao uso de purpurina e glitter.

Em 2017 , depois que a escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense decidir homenagear as tribos do Xingu com o seu samba-enredo e provocar a ira dos representantes do agronegócios, os ambientalistas aproveitaram o tom crítico para exigirem das diretorias das escolas de samba e dos carnavalescos que deixem de usar penas e plumas de aves como adorno de fantasias.

São muitos os materiais usados pelas escolas de samba que preocupam os ambientalistas. Como no carnaval a maiorias das pessoas está se divertindo, ninguém pensa no custo de toda essa diversão para o meio ambiente. Mas os ambientalistas estão atentos e pedem aos foliões que evitem adereços cheios de brilhos, porque eles demoram séculos para se decompor.

Foto por Hope Aye em Pexels.com

O perigo do microplástico para o meio ambiente

O site “Pedra Ambiental” publicou o texto “” levantando mais uma polêmica.

Em 2015, uma pesquisa publicada na revista “Nature” estimou que cerca de 8 milhões de toneladas métricas de plástico chegam aos oceanos anualmente. Também outro estudo, divulgado na “Environmental Research Letters”, mostrou que até 236 mil toneladas métricas desse total seriam de microplásticos.

O plástico demora centenas de anos até entrar em decomposição. Os nossos mares estão cheios dele e, consequentemente, cheios de problemas para a vida marinha: animais morrem perfurados por plástico, os microplásticos interferem na alimentação dos animais e organismos marinhos e na fotossíntese das algas marinhas.

Com os corpos cheios de glitter e purpurina, muitos banhistas vão para o mar se refrescar e se limpar, depositando esses produtos diretamente no oceano. Mas mesmo em casa, na ducha, todo este microplástico tem o mesmo destino: as águas.

Abandonar o brilho não significa que o carnaval vai perder o glamour. O carnaval é a festa da criatividade. Existem muitas formas de se fantasiar e se divertir sem agredir o meio ambiente. O que vocês acham disso?

fonte: https://www.greenme.com.br/viver/arte-e-cultura/4909-carnaval-boicote-purpurina/

Gisella Meneguelli

Gisella Meneguelli É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.

Já pensou em trocar “long neck” por latinha? E por que não usar um papel mais escuro?

Foto por Pixabay em Pexels.com

São atitudes simples e sustentáveis que podem ajudar a preservar o meio ambiente

Verão chegando e muita gente já pensando naquela cervejinha que vai tomar na praia com os amigos. Já faz um tempo que a versão “long neck” (garrafinhas de vidro) caíram no gosto das pessoas. Mesmo sendo mais cara que a latinha, alguns não abrem mão, dizem que a cerveja é mais saborosa.

O que talvez muitos não saibam é que a garrafinha tipo “long neck” é um vidro que dificilmente será reciclado e vai se acumular nos lixões.  

O gerente de pesquisa e monitoramento de ecossistema, Marco Antônio Bravo, explica que o vidro usado para fazer as “long necks” não é temperado: “A “long neck” tem um vidro mais fino e a bebida gela mais ra´pido. Esse modelo surgiu para concorrer com a latinha de alumínio. O problema é que ninguém pensou no descarte desse material. Mais de 90% não é reciclável. A lei diz que os fabricantes deveriam ser responsáveis por recolher essas garrafinhas para triturar e reutilizar o vidro”.

Mas o que acontece é que o custo em reciclar as garrafinhas “long neck” acaba sendo muito maior do que usar matéria-prima nova. Ou seja: fazer o vidro do zero é mais vantajoso para as empresas. 

Já as garrafas de vidro de 600ml e de 1 litro são recicláveis, mas quebram com facilidade, teriam que ser higienizadas e também por causa do peso, não são tão interessantes para as cooperativas de reciclagem. A taxa de reciclagem de vidro no Brasil hoje é de cerca de 40%. 

a Associação de catadores de materiais recicláveis de Vitória (Ascamare), todo mês o vidro recolhido é guardado porque uma vez por ano, um comprador vai até lá buscar. O produto não gera lucro mensal como a venda  como latinhas e garrafas pets por exemplo. “Só algumas vezes é que aparecem pessoas querendo comprar garrafas de vidro para fazer artesanato, mas a venda é pequena”, conta uma das associadas, Laudicéia Bone. 

Foto por Mash Babkova em Pexels.com

Latinhas: a melhor escolha

Já as latinhas de alumínio são disputadas pelos catadores de reciclados que circulam pelas praias. Elas tem valor no mercado, depois de prensadas são revendidas pelas cooperativas. Sem dúvida a melhor opção quando pensamos na sustentabilidade do planeta.

“A maioria das embalagens hoje ´é descartável. Eu, por exemplo separo o lixo seco em casa, lavo, embalo e levo para o ecoposto. Mas a maioria não faz isso, acaba misturando o lixo. Quando esse material não vai para as vias públicas, entupindo  as galerias, ele fica ocupando espaço nos aterros sanitários”, conta o gerente de pesquisa e monitoramento de ecossistema, Marco Antônio Bravo.

Neste vídeo, o especialista conta com mais detalhes como faz para separar o lixo em casa.

Segundo o Plano de Gerenciamento de Resíduos sólidos, com base em 2017, 64 municípios o Estado tem coleta seletiva mas só conseguem atender cerca de 34% da população. São 861.308 toneladas de resíduos sólidos urbanos aqui no Estado.

Não há dúvidas de que é preciso melhorar o planejamento da coleta seletiva no Espírito Santo. Para se ter uma ideia, de acordo com o estudo, na capital, só 2,3% dos resíduos recolhidos são reciclados.

Foto por freestocks.org em Pexels.com

Papel mais sustentável

Uma mudança aqui, outra ali nos nossos hábitos de consumo podem ajudar na sustentabilidade do lugar onde moramos. E várias empresas também começam a tomar iniciativas para ajudar o Planeta.

Já reparou que algumas redes de fast food trocaram plástico por papel em copos e embalagens? Muitas também passaram a usar um guardanapo de cor mais escura. Em alguns aeroportos, o papel toalha também tem o tom marrom. Será que isso tem a ver com o cuidado com o meio ambiente?

A resposta é sim. Para que o papel fique branquinho, ele precisa passar por mais processos químicos, quando usamos o papel de tonalidade mais escura, os benefícios para o meio ambiente são maiores.

Alguns tipos de papel não são recicláveis, como o higiênico e o guardanapo, por exemplo. Então por que não começar a pensar em mudar um pouco a nossa cultura de usar apenas papel branco?

A Suzano Papel e Celulose começou a produzir e comercializar na fábrica de Aracruz, no norte do Espírito Santo, um papel não branqueado, que passa por menos processos químicos.

Celulose não branqueada é produzido e vendido em fábrica no norte do Espírito Santo

“O que fazemos é tratar o papel com uma quantidade menor de química, a gente contribui para a sustentabilidade e o papel fica com uma aparência mais natural. É diferente da textura de papéis de pão ou papelão, que tem processo mecânico na fabricação. A fibra do papel não branqueado que estamos produzindo tem qualidade, como os brancos já conhecidos”, explica a gerente executiva de desenvolvimento de celulose e biorrefinaria da Suzano,  Bibiana Rubini.

A fabricação de papéis não branqueados na Suzano é focada nos modelos “tissue”, que são os sanitários, como papel higiênico, papel toalha e guardanapos, por exemplo.

“É um papel que fica com a cor parecida com a da madeira. Mas temos clientes específicos para os dois tipos de papel, branco ou marrom. Alguns querem dar um ar de mais sustentabilidade ao seu negócio e o papel sem processo de branqueamento atende bem”,  conta a gerente de pesquisa e desenvolvimento de celulose da Suzano, Heloísa Ramires.

Sustentabilidade

Buscar o caminho da sustentabilidade é a saída para salvarmos as futuras gerações de tantos danos causados ao Planeta nas últimas décadas. “Na China,  por exemplo, já há uma lei que limita quanto o papel higiênico pode ser branco, justamente pensando em reduzir as agressões ao meio ambiente”, diz a gerente Bibiana.

No áudio abaixo ela reforça a importância de focar a tecnologia para desenvolver ações que busquem cada vez mais a sustentabilidade.

fonte:

Redação Folha Vitória

14 de Dezembro de 2019 às 09:37 Atualizado 14/12/2019 09:37:18

GLOSSÁRIO

Chocolate Dietético: Também chamado diet, é formulado para atender a certos tipos de patologia, como por exemplo, o diabetes. O termo light é usado para alimentos que apresentam redução de pelo menos 25% do valor calórico total. Entre o chocolate normal e o diet a diferença de calorias é muito pequena, apenas 16 kcal. Por isso, o chocolate diet não é adequado para regimes de emagrecimento, mas sim para atender a quem não pode consumir açúcar refinado, como é o caso dos diabéticos.


Chocolate nobre: É aquele o contém alto percentual de manteiga de cacau em sua composição. É o único chocolate verdadeiro. Para garantir a facilidade de manuseio, brilho e uma textura que o faça derreter na boca o chocolate deve passar pela temperagem, antes do emprego.


Chocolate “que sua”: É aquele que ficou mais tempo que o necessário dentro da geladeira. Depois de seco, ele ficará manchado.


Fracionados (Cobertura): Como os hidrogenados, também são coberturas. A diferença entre eles é que os fracionados são feitos com gordura extraída de um coco denominado palmisde, que segundo o fabricante da Siber acentua mais o sabor do
chocolate e melhora a sua textura. De brilho acentuado, dispensa o choque térmico (temperagem).


Hidrogenados (cobertura): Os hidrogenados levam o título de cobertura. São aqueles onde a manteiga de cacau foi substituída por óleo extraído da soja e, portanto, não é considerado um chocolate nobre. Custa mais barato, é mais fácil de trabalhar, pois dispensa o resfriamento. Encontrado nas mesmas versões do chocolate nobre (ao leite, meio amargo, branco e colorido), é ideal para a decoração em geral. Geralmente é empregado em produções de grande escala, diminuindo os custos. Porém, a
qualidade final fica comprometida quando comparada a chocolates nobres, pois ele é inferior em sabor e em textura. Ele é encontrado em barra ou pastilhas.

Secagem do chocolate: Deve ser feita gradualmente, sempre em geladeira. Nunca use o freezer, pois o choque térmico que ele provoca faz a fôrma suar e essa umidade vai comprometer o produto.
Temperagem: É o nome técnico do processo de derretimento e resfriamento do chocolate nobre (inclusive o diet), antes de ele ser empregado. O derretimento adequado é feito a 42°C. Em seguida, é feito um resfriamento gradual até ele ficar frio
(29°C a28°C), para garantir a estabilidade do produto e a facilidade de manuseio. Use um termômetro culinário para fazer essa conferência. Deve-se fazer a temperagem sempre que os produtos forem feitos com chocolate nobre e diet.


Banho-Maria: Nome dado ao processo de aquecimento ou cozimento indireto do alimento, por meio de água. Coloca-se o alimento em um recipiente fechado e este recipiente dentro de uma panela ou travessa com água, ao fogo ou forno. A água
quente da panela é que vai preparar o alimento. Bastante usado para derreter chocolate, cozinhar pudins e demais receitas delicadas.


Chocolate Amargo ou Meio-Amargo: Elaborado com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, apenas açúcar e manteiga de cacau. A quantidade de açúcar vai definir se o chocolate será amargo ou meio-amargo. Segundo as normas européias, deve-se usar, no mínimo, 35% de puro cacau para ser considerado chocolate meio-amargo.


Chocolate ao Leite: Elaborado com leite ou leite em pó acrescido ao cacau. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de puro cacau, para que seja considerado chocolate.

Chocolate Branco: Diferente dos demais chocolates, é feito com a manteiga de cacau, leite e açúcar podendo ser acrescentados aromas, como o de baunilha. Foi inventado na Suíça após a I Guerra Mundial.


Chocolate Dietético: Também chamado diet, é formulado para atender a certos tipos de patologia, como por exemplo, o diabetes. O termo light é usado para alimentos que
apresentam redução de pelo menos 25% do valor calórico total. Entre o chocolate normal e o diet a diferença de calorias é muito pequena, apenas 16 kcal. Por isso, o chocolate diet não é adequado para regimes de emagrecimento, mas sim para atender a quem não pode consumir açúcar refinado, como é o caso dos diabéticos.

Conchagem: Processo chave usado na fabricação do chocolate, onde o gosto e o aroma característico do chocolate são desenvolvidos. Este processo consiste em agitar por várias horas (às vezes dias) os ingredientes do chocolate (manteiga de cacau e açúcar), mantendo as pás da máquina em constante agitação até que parte da acidez e umidade seja eliminada. O nome de conchagem se deve ao fato de que as pás que mexem e refinam o produto possuem formato de conchas.


Manteiga de cacau: É a gordura do cacau, é a parte líquida extraída no processo de prensagem e fundamental na composição do chocolate.


Massa de cacau (ou torta de cacau): É a parte sólida resultante do processo de prensagem e que vai dar origem ao chocolate, seja em forma de barra ou mesmo em pó.


Prensagem: Processo onde os grãos de cacau, já sem a casca, são prensados para se obter dois produtos: a manteiga de cacau e a massa ou torta de cacau (ambos usados na fabricação do chocolate final).

Theobroma cacau: Nome científico do fruto do cacaueiro, o Cacau. Palavra de origem grega, Theobroma significa “alimento dos deuses”.


Theobromina: Substância alcalóide, encontrada no Cacau (Theobroma), e por isso, encontrada no chocolate. Benéfica à saúde, na medicina moderna, a teobromina é usada como um vasodilator e um estimulante do coração. Se comparada com a
cafeína, a teobromina tem menos impacto no sistema nervoso central e estimula o coração em maior grau. Apesar de não ser considerada uma substância viciante, a teobromina foi apontada como possível causa do vício por chocolate.

fonte: sebrae.com.br

#DIVULGAÇÃO

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Você fez a lição de casa, venceu varias barreiras e agora chegou a hora! VENDER!!!

Há várias formas de se estar divulgando os produtos, tais como:

  • Confeccionar cartões, flyers ou folhetos e catálogos, para melhorar a apresentação junto aos clientes;
  • Oferecer sempre novidades para diversificar a clientela e não economizar na apresentação dos produtos. A embalagem é um excelente cartão de visitas;
  • Levar amostras grátis na venda, fazer degustações (elas são essenciais, pois mostrarão ao cliente em potencial que o dinheiro desembolsado será por um produto de qualidade).
  • Criar perfis da fábrica de chocolate em redes sociais, com fotos dos produtos incentivando o consumo e oferecendo como opção de presente;
  • Constante atualização do site, com fotos dos produtos e formas de contato para encomendas.

O ditado popular diz que a propaganda é a alma do negócio, devemos nos preocupar em comunicar sobre os serviços tanto com os clientes externos quanto com os internos que no caso são seus próprios funcionários.

Você precisa atingir os consumidores e garantir as vendas, para isso deverá planejar o seu marketing, obtendo uma noção realista dos custos de seus serviços, adaptando e otimizando os recursos para melhor posicionar os seus serviços, motivando os consumidores e estruturando sua comercialização de modo a atingir seu mercado-alvo com sucesso. O marketing deve ser contínuo e sistemático.
Num plano de marketing é importante o conhecimento de elementos como preço, produto (serviço), ponto (localização) e promoção. Avaliar os desejos e necessidades de seus clientes ou usuários em relação a funções, finanças, facilidade, feeling e
futuro.

fonte:sebrae.com.br

caixas La Bombe Semi cartonadas

AGREGANDO VALOR

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Algumas sugestões para agregar valor aos produtos da fábrica de chocolate:

  • Estar sempre diferenciando o produto, mais do que com recursos e equipamentos, criativamente na elaboração e na comercialização dos produtos e serviços oferecidos.
  • Lembrar sempre que, além da qualidade do chocolate em si, os consumidores compram conceitos de novidade, satisfação e exclusividade;
  • Ter disponibilidade de tempo, experiência e muita paciência são ingredientes que guardam tanto o segredo do sucesso quanto encontrar o ponto certo do chocolate.
  • Embalagens diversificadas e diferenciadas de acordo com sua linha e as datas comemorativas;
  • Produção de chocolates diet, chocolates sem lactose, com baixo teor de gordura etc;
  • Sabores de frutas tipicamente regionais para recheio dos bombons, entre outros.

fonte: sebrae.com.br

MUITO IMPORTANTE: CUSTOS

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O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos na compra, produção e venda de produtos ou serviços que compõem o negócio, indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso, na medida em que encarar como
ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pelo melhor preço mantendo a qualidade estabelecida e o controle de todas as despesas internas. Quanto menores os custos, maior a chance de ganhar no resultado final do negócio. Portanto são eles os gastos realizados na produção e que serão incorporados posteriormente no preço dos produtos ou serviços prestados, como: aluguel, água, luz, salários, honorários profissionais, despesas de vendas, matéria-prima e insumos consumidos no processo de produção.

É importante notar que, quanto menores forem os custos, menor também será a necessidade de disponibilidade de capital de giro, liberando recursos para novos investimentos produtivos ou aumentando a lucratividade do empreendimento.

A lista a seguir procura apresentar de forma simplificada os principais itens de custo mensal que devem ser contabilizados para uma fabrica de chocolates.

Para operar uma pequena fábrica e um ponto de venda de cerca de 30m², com o auxilio de 3 a 4 empregados o empreendedor terá, aproximadamente, o seguinte custo mensal (sem contar o custo de matéria-prima, que dependerá do tipo e volume de
produto a ser fabricado):

Mão-de-obra. (Chocolateiro, Encarregado de Recheio, Encarregado de Embalagem, Administração, Vendas / Atendimento) Custo Mensal – R$ 5.000,00;

  • Impostos – R$ 1.800,00;
  • Deslocamentos (transporte) – R$ 1.000,00;
  • Aluguel, Condomínio e IPTU – R$ 1.500,00;
  • Água, Luz e Telefone – R$ 450,00;
  • Manutenção & Conservação – R$ 250,00;
  • Contador – R$ 350,00;
  • Outros – R$ 150,00;
  • Material de Limpeza – R$ 100,00;
  • Marketing & Publicidade – R$ 150,00;
  • Material de Escritório – R$ 80,00.
    Total: R$10.830,00

Não esqueça, acima são apenas números referenciais.. faça sua lição de casa e mantenha todos seus custos planilhados para controle e ações corretas…

fonte: sebrae.com.br

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